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Política POLÍTICA

VEREADOR ANTÔNIO LEMES RENUNCIA AO MANDATO APÓS RELATAR PRESSÃO POLÍTICA NA CÂMARA DE CUIABÁ

R Redação Folha de VG
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VEREADOR ANTÔNIO LEMES RENUNCIA AO MANDATO APÓS RELATAR PRESSÃO POLÍTICA NA CÂMARA DE CUIABÁ

O vereador em exercício Antônio Lemes renunciou ao mandato nesta quinta-feira (15), durante sessão na Câmara Municipal de Cuiabá. Após anunciar a decisão na tribuna, o parlamentar concedeu uma coletiva de imprensa e atribuiu a saída do cargo a pressões políticas relacionadas à disputa pela presidência do Legislativo municipal.

Segundo Lemes, o desgaste começou após declarar apoio à reeleição da vereadora Paula Calil à presidência da Casa. De acordo com o relato do parlamentar, o posicionamento também estava alinhado à articulação política do prefeito de Cuiabá em torno do comando da Câmara.

A decisão teria provocado divergências com o vereador Jefferson Siqueira e pessoas ligadas a ele. Conforme a versão apresentada por Lemes, houve pressão para que ele mudasse de posicionamento e passasse a apoiar Ilde Taques na disputa pela presidência.

DISPUTA PELA PRESIDÊNCIA GEROU DESGASTE

Antônio Lemes ocupava uma cadeira no Legislativo municipal havia 121 dias, em substituição a Jefferson Siqueira. Durante esse período, a eleição para a presidência da Câmara se tornou um dos pontos de divergência entre os grupos políticos.

Mesmo após a vitória de Ilde Taques na disputa, segundo o relato de Lemes, as divergências relacionadas ao apoio declarado a Paula Calil continuaram a pesar em sua relação com os demais envolvidos.

Diante do cenário, o vereador decidiu deixar o cargo. Na coletiva realizada após o anúncio, ele apresentou os motivos que, segundo sua versão, contribuíram para a renúncia.

RENÚNCIA ENCERRA PASSAGEM DE 121 DIAS PELA CÂMARA

A saída de Antônio Lemes encerra sua passagem de 121 dias pela Câmara Municipal de Cuiabá, período marcado por divergências políticas em torno da eleição para o comando do Legislativo.

As alegações de pressão política foram apresentadas pelo próprio parlamentar, que relacionou a decisão ao desgaste provocado pela disputa e às divergências sobre o apoio aos candidatos à presidência da Casa.

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